É de facto triste. A visão que tanto recuso ter da humanidade em geral, e pior é a que tenho dos portugueses, também em geral. Felizmente encontro excepções.
Todo o bom fim de semana contacto regularmente com um grupo alargado de portugueses, que julgo representarem muito bem o actual estado da comunidade. Grande parte são trabalhadores de classe média, outros tantos estudantes. O que é certo é que grande parte do tempo é gasto no café. Onde lhes basta pedir, ou noutros casos até, estalar os dedos e tudo o que pedem lhes é entregue na mesa.
Resumindo: como eu só trabalho ao fim de semana, e é nesses dias que os encontro, deduzo que durante a semana alguns também lá passem. Ora, tendo em conta que devem dormir oito horas por dia, outras oito trabalham, juntando o tempo para se alimentarem e irem à wc e o tempo que tenho certeza que passam no café mais uma estimativa correspondente ao tempo que presumo que gastem nos dias em que não estou lá, dá um total de 118 horas. Tendo em conta que sete dias perfazem um total de 168 horas é fácil concluir que estas pessoas possuem 50 horas efectivas disponíveis para desporto, ler um livro, se divertirem no verdadeiro sentido da palavra e para se preocuparem com o planeta. Por semana.
nota: não considerei tempo para compras, e deslocamento.
É por esta razão que acredito que no que toca ao aquecimento global, já passámos o ponto de retorno. Pela simples razão que ninguém se mexe para cuidar de si, quanto mais para se preocupar com os outros, ainda nem nascidos. É óbvio que a população portuguesa não tem este habito em geral. Mas uma parte significativa tem. Por ideia, e atirando para o ar, diria que 20% tem.
Contando com idosos e crianças, optimisticamente, 50% tem uma vida minimamente interessante.
Vendo por outro prisma, são 20% com sobrecarga nervosa causada pela cafeína em excesso, e com muito stress.
Trata-se de especulação da minha parte. No entanto, terei sido muito irrealista?!
Pensem nisso.
Todo o bom fim de semana contacto regularmente com um grupo alargado de portugueses, que julgo representarem muito bem o actual estado da comunidade. Grande parte são trabalhadores de classe média, outros tantos estudantes. O que é certo é que grande parte do tempo é gasto no café. Onde lhes basta pedir, ou noutros casos até, estalar os dedos e tudo o que pedem lhes é entregue na mesa.
Resumindo: como eu só trabalho ao fim de semana, e é nesses dias que os encontro, deduzo que durante a semana alguns também lá passem. Ora, tendo em conta que devem dormir oito horas por dia, outras oito trabalham, juntando o tempo para se alimentarem e irem à wc e o tempo que tenho certeza que passam no café mais uma estimativa correspondente ao tempo que presumo que gastem nos dias em que não estou lá, dá um total de 118 horas. Tendo em conta que sete dias perfazem um total de 168 horas é fácil concluir que estas pessoas possuem 50 horas efectivas disponíveis para desporto, ler um livro, se divertirem no verdadeiro sentido da palavra e para se preocuparem com o planeta. Por semana.
nota: não considerei tempo para compras, e deslocamento.
É por esta razão que acredito que no que toca ao aquecimento global, já passámos o ponto de retorno. Pela simples razão que ninguém se mexe para cuidar de si, quanto mais para se preocupar com os outros, ainda nem nascidos. É óbvio que a população portuguesa não tem este habito em geral. Mas uma parte significativa tem. Por ideia, e atirando para o ar, diria que 20% tem.
Contando com idosos e crianças, optimisticamente, 50% tem uma vida minimamente interessante.
Vendo por outro prisma, são 20% com sobrecarga nervosa causada pela cafeína em excesso, e com muito stress.
Trata-se de especulação da minha parte. No entanto, terei sido muito irrealista?!
Pensem nisso.