Interessantes, as alegrias, isto é. Estou capaz de dizer que oitenta por cento das pessoas classificam as alegrias como sendo momentos memoráveis e extremamente importantes, e de certeza mensuráveis. Tais como, o nascimento de um filho, o fim do curso, o casamento, por vezes até o divórcio... se é que me entendem!
Porém, se olharmos com mais atenção para estas alegrias, que o são sem dúvida, pois isso não se questiona. É fácil ver que acarretam responsabilidades, gasto de tempo e não são livres de imposto.
Ora, pois eu e os meus neurões, achamos que as verdadeiras alegrias devem ser isentas de imposto e não devem acarretar - e peço desculpa pelo eufemismo - qualquer tipo de dano colateral.
Deixando o raio da linguagem com-um-toque-de-jurídico empregada até então. Eu cá acho mesmo é que as melhores alegrias, e sem duvida as verdadeiras, são as mais pequenas. Sim, aquelas que por vezes pisamos, ou nas quais tropeçamos. Aquelas que os trolls, da terra das oportunidades, chamam: "The little joys of life".
Talvez se perguntem pelo porquê de me ter dado para falar sobre isto. E a questão é mesmo essa, não existe um porquê. Não existe O porquê de se falar nas pequenas Alegrias, nem de as viver, saborear, observar, sentir, ouvir ou cheirar. São pequenas porque cabem na palma da mão, aliás cabem em qualquer sítio. E por assim serem, poucos sabem da sua existência, e muito menos lhes dão importância.
No entanto, é importante salientar que o que para mim é uma dessas Alegrias, para vocês pode não ser. Eu delicio-me com o toque do vento na ponta do nariz, com o sabor da água do oceano - salgada sim, mas antes disso, marinha - também com o som que sai dos novos bicos, que se alojam na chaminé de ventilação da casa-de-banho, e eu oiço todas as manhãs de primavera, enquanto lavo os dentes. Também me delicio com a visão de uma certa carinha, doce e carinhosa.
Eu acredito que só tenho esta vida, e o que eu ignorar não poderei recuperar. É assim que encaro o meu dia-a-dia, atento quanto possível, a todas as pequenas coisas e coisinhas que me fazem, e farão sorrir.
E nisto, lanço-vos um desafio: Saiam. Sigam sem rumo. A pé, de preferência, para poderem tropeçar em muitas coisinhas. Olhem com olhos de ver, não só de olhar. Cheirem e oiçam. No fim, façam o que vierem a fazer, com ou sem rumo, levem o caminho todo a absorver o que vos rodeia.
Valerá a pena, garanto! E com cem-por-cento de certeza, também vos garanto, que bom ou mau, não será um sonho. E lembrem-se... que as little joys of life são todos os lados positivos da vida.
Arriverdeci!
Porém, se olharmos com mais atenção para estas alegrias, que o são sem dúvida, pois isso não se questiona. É fácil ver que acarretam responsabilidades, gasto de tempo e não são livres de imposto.
Ora, pois eu e os meus neurões, achamos que as verdadeiras alegrias devem ser isentas de imposto e não devem acarretar - e peço desculpa pelo eufemismo - qualquer tipo de dano colateral.
Deixando o raio da linguagem com-um-toque-de-jurídico empregada até então. Eu cá acho mesmo é que as melhores alegrias, e sem duvida as verdadeiras, são as mais pequenas. Sim, aquelas que por vezes pisamos, ou nas quais tropeçamos. Aquelas que os trolls, da terra das oportunidades, chamam: "The little joys of life".
Talvez se perguntem pelo porquê de me ter dado para falar sobre isto. E a questão é mesmo essa, não existe um porquê. Não existe O porquê de se falar nas pequenas Alegrias, nem de as viver, saborear, observar, sentir, ouvir ou cheirar. São pequenas porque cabem na palma da mão, aliás cabem em qualquer sítio. E por assim serem, poucos sabem da sua existência, e muito menos lhes dão importância.
No entanto, é importante salientar que o que para mim é uma dessas Alegrias, para vocês pode não ser. Eu delicio-me com o toque do vento na ponta do nariz, com o sabor da água do oceano - salgada sim, mas antes disso, marinha - também com o som que sai dos novos bicos, que se alojam na chaminé de ventilação da casa-de-banho, e eu oiço todas as manhãs de primavera, enquanto lavo os dentes. Também me delicio com a visão de uma certa carinha, doce e carinhosa.
Eu acredito que só tenho esta vida, e o que eu ignorar não poderei recuperar. É assim que encaro o meu dia-a-dia, atento quanto possível, a todas as pequenas coisas e coisinhas que me fazem, e farão sorrir.
E nisto, lanço-vos um desafio: Saiam. Sigam sem rumo. A pé, de preferência, para poderem tropeçar em muitas coisinhas. Olhem com olhos de ver, não só de olhar. Cheirem e oiçam. No fim, façam o que vierem a fazer, com ou sem rumo, levem o caminho todo a absorver o que vos rodeia.
Valerá a pena, garanto! E com cem-por-cento de certeza, também vos garanto, que bom ou mau, não será um sonho. E lembrem-se... que as little joys of life são todos os lados positivos da vida.
Arriverdeci!
2 comentários:
Eu adoro pontes. Adoro bancos de jardim. Adoro troncos de árvore. Adoro candeeiros de iluminação pública. E fico feliz quando, por já estar um pouquinho feliz, vejo uma destas coisas. Quando digo isto a alguém gozam comigo. E tu achas que eu me importo de ser feliz?
E prnto, acho q nao fica mesmo nada por dizer ! Sempre la Zalyz !!!!
**JRabbit
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